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Foi publicada hoje na Advocatus uma entrevista a Paulo Monteverde, sócio da BMA, a propósito dos 18 anos da sociedade.
Na entrevista, Paulo Monteverde revisita o percurso da BMA desde a sua criação e aborda algumas das principais áreas de atuação da sociedade, incluindo Propriedade Intelectual, Farmacêutico, Tecnologia e Contencioso, bem como a evolução do mercado jurídico e as perspetivas para os próximos anos.
Tomamos a liberdade de citar aqui parte da da entrevista, na qual se qualifica a BMA como "uma sociedade de “nicho”.
"Dos 18 anos de atividade, Paulo Monteverde faz um balanço “muito positivo”, e sublinha que paralelamente à área de propriedade industrial foram-se consolidando noutras áreas estratégicas, como farmacêutica, tecnologia, cibersegurança e proteção de dados, no contencioso civil e no contencioso criminal.
“Esse crescimento não foi apenas quantitativo, tratou-se sobretudo de um crescimento em especialização, em sofisticação dos assuntos e na capacidade de acompanhar clientes internacionais e nacionais em desafios cada vez mais complexos”, assume o sócio da BMA, garantindo que nunca tiveram o objetivo de serem um escritório full service.
Paulo Monteverde assegura ainda que os objetivos traçados foram alcançados e, em vários aspetos, “manifestamente excedidos”. “Outro objetivo essencial, desde o início, foi a afirmação junto de clientes internacionais. O nosso target inicial foi, em larga medida, o mercado estrangeiro. Ainda hoje, cerca de 80% da nossa faturação provém de clientes internacionais, o que demonstra a confiança que o mercado externo deposita no nosso trabalho”, diz.
“Os pilares da missão da BMA são, antes de mais, a ética, o rigor técnico, a especialização e a dedicação. Para nós, o ponto de partida é sempre o caráter! Não cometemos o erro de colocar a competência técnica à frente da integridade ou do sentido de responsabilidade. A qualidade técnica é absolutamente essencial, mas só tem verdadeiro valor quando assenta numa cultura de ética”, sublinha.
No mercado definem-se como uma “sociedade de nicho”, altamente especializada e que procura estar ao “mais alto nível” nas suas áreas core. “Por vezes dizemos internamente que procuramos representar uma certa ideia de “luxo” na advocacia, não no sentido ostensivo do termo, mas como reflexo da atenção ao detalhe, da exigência, da personalização, da discrição e da excelência. Queremos que o cliente sinta que está a entregar os seus assuntos mais relevantes a uma equipa especializada, próxima, criteriosa e verdadeiramente comprometida com o resultado”, acrescenta."
A totalidade da entrevista encontra disponível aqui.
Foi publicada hoje na Advocatus uma entrevista a Paulo Monteverde, sócio da BMA, a propósito dos 18 anos da sociedade.
Na entrevista, Paulo Monteverde revisita o percurso da BMA desde a sua criação e aborda algumas das principais áreas de atuação da sociedade, incluindo Propriedade Intelectual, Farmacêutico, Tecnologia e Contencioso, bem como a evolução do mercado jurídico e as perspetivas para os próximos anos.
Tomamos a liberdade de citar aqui parte da da entrevista, na qual se qualifica a BMA como "uma sociedade de “nicho”.
"Dos 18 anos de atividade, Paulo Monteverde faz um balanço “muito positivo”, e sublinha que paralelamente à área de propriedade industrial foram-se consolidando noutras áreas estratégicas, como farmacêutica, tecnologia, cibersegurança e proteção de dados, no contencioso civil e no contencioso criminal.
“Esse crescimento não foi apenas quantitativo, tratou-se sobretudo de um crescimento em especialização, em sofisticação dos assuntos e na capacidade de acompanhar clientes internacionais e nacionais em desafios cada vez mais complexos”, assume o sócio da BMA, garantindo que nunca tiveram o objetivo de serem um escritório full service.
Paulo Monteverde assegura ainda que os objetivos traçados foram alcançados e, em vários aspetos, “manifestamente excedidos”. “Outro objetivo essencial, desde o início, foi a afirmação junto de clientes internacionais. O nosso target inicial foi, em larga medida, o mercado estrangeiro. Ainda hoje, cerca de 80% da nossa faturação provém de clientes internacionais, o que demonstra a confiança que o mercado externo deposita no nosso trabalho”, diz.
“Os pilares da missão da BMA são, antes de mais, a ética, o rigor técnico, a especialização e a dedicação. Para nós, o ponto de partida é sempre o caráter! Não cometemos o erro de colocar a competência técnica à frente da integridade ou do sentido de responsabilidade. A qualidade técnica é absolutamente essencial, mas só tem verdadeiro valor quando assenta numa cultura de ética”, sublinha.
No mercado definem-se como uma “sociedade de nicho”, altamente especializada e que procura estar ao “mais alto nível” nas suas áreas core. “Por vezes dizemos internamente que procuramos representar uma certa ideia de “luxo” na advocacia, não no sentido ostensivo do termo, mas como reflexo da atenção ao detalhe, da exigência, da personalização, da discrição e da excelência. Queremos que o cliente sinta que está a entregar os seus assuntos mais relevantes a uma equipa especializada, próxima, criteriosa e verdadeiramente comprometida com o resultado”, acrescenta."
A totalidade da entrevista encontra disponível aqui.